porta a fora: zé do hambúrguer, são paulo

Fiquei oito dias com o namorado em São Paulo  nesse mês, do dia 14 ao dia 22 (acho que é isso) – sou fã assumida da cidade e nunca havia passado tanto tempo lá à passeio, à toa, turista, desocupada, enfim. Eu gosto de mostrar aqui (quando me presto a fazer algo útil) os lugares por onde eu ando, mas raramente faço posts que tenham relação com restaurantes e lancherias, e o motivo é bem simples: eu não sei tirar foto de comida – sabem aquelas fotos de blogs especializados que despertam uma vontade louca de lamber a tela do computador? Pois então – comigo acontece ao contrário – os registros ficam horríveis, desconexos, com cores bizarras e nada apetitosos – porém – foram dias de gordice extrema, como nunca na história do relacionamento. Eu deveria ter percebido quando fui recebida no aeroporto com uma caixa de Raffaello’s que eu devorei praticamente inteira no trajeto aeroporto-casa, mas não o fiz e deixei a gordinha tensa dentro de mim despertar enquanto os dias passavam! Pois bem, fomos em vários lugares diferentes (muito, muito legais) e eu não resisti ao post (ou tentativa de). Haverão opções variadas: hamburgueria, frango frito, sorvete, comida chinesa, japonesa, panquecaria, etc. Eu vou tentar colocar todos aqui – alguns em posts individuais, outros em resumão – mas vou tentar!

O primeiro lugar que eu escolhi foi o Zé do Hambúrguer (não foi o primeiro em ordem cronológica, mas resolvi começar por ele) o que nós fomos fica em Perdizes e é a matriz (agora existe uma filial em algum outro ponto da cidade).

O Zé (olha eu, toda íntima) é inspirado da cabeça aos pés em uma lanchonete americana dos anos 50: decoração, pratos, ingredientes, utensílios, uniformes e o que mais der para imaginar. Eles tem referencias de ícones pop e rock da década nas paredes, sofázinhos e banquinhos no balcão, Vespa, conversível e jukebox! Os pratos também são – iguaizinhos – à aqueles de “filme” com hambúrgueres de gigantes, muito queijo, batatas rústicas, é lindo!

 

O cardápio é um deleite para quem não tem uma alimentação regrada e saudável – contém todas as opções de carne, queijo, fritura e glicose que são humanamente possíveis de reunir. Dá pra montar o seu próprio prato, com as opções de hambúrguer e acompanhamentos ou escolher entre as sugestões do cardápio – os nomes dos pratos também fazem referencia aos ícones, gírias e locais americanos. Entre os mais populares estão o Ford 51, Xeriff, É Show, Marylin e James Dean!

Escolhemos:

Chips Cream: Batata importada, cream chesse, bacon e parmesão ralado (R$16,50)

É show: Pão ciabatta, hambúrguer de calabresa 220g, provolone, molho agridoce, cebola crua (R$17,60)

Dog NY: Salsicha, cheddar, maionese artesanal e molho barcecue – acompanha Doritos (R$10,90)

P.s do  porque eu pedi um cachorro quente em uma hamburgueria:

A batata chegou antes de pedirmos os outros pratos – e era uma porção gigantesca – eu sou apaixonada por batata em qualquer uma de suas variações, e frita com dois tipos de queijo + bacon foi demais pra mim. Cogitei nem pedir o “prato principal” de tão cheia que fiquei, mas também não quis perder a viagem. Outro fator foi que eu sou bem enjoada pra comida, daquelas malas que tiram uns 3 ou 4 ingredientes de cada prato – como a lancheria estava lotada, sabia que a possibilidade de erro no pedido era gigantesca e o Dog NY só tinha ingredientes que eu comia!

Não houve espaço para a sobremesa, mas vi que são de  proporções estratosféricas (mesmo para um casal dividir) – outro detalhe que esqueci de comentar é que eles tem Coca-Cola com sabor! Uma espécie de essência que vai no fundinho do copo (vide foto acima) – o Toshi tomou uma de cereja, eu não quis ousar (porque além de ser enjoada para comida, tenho pavor de experimentar coisas novas).

Bom, basicamente foi isso – o lugar é bem legal, e eu pretendo voltar lá para provar outras coisinhas do menu (sem pedir entrada na próxima) – declaro terminada a parte 01 da saga gordices em São Paulo.

P.s: Algumas imagens da primeira montagem são ~ da internet ~, porque eu estava só com o meu celular no dia (e já disse que não sou boa com fotos de comida)

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