Meus poemas nacionais (de amor) favoritos…

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Resolvi postar alguns dos meus poemas e sonetos nacionais preferidos (de amorzinho mimimi) – como estou de férias, acabo tendo tempo de ler as coisas que eu quero (e não as que eu preciso) e resolvi compartilhá-las, pelo menos as desse tipo!

O meu deslize por Vinícius e Fernando é mais do que evidente – e recomendo a leitura da primeira poesia para todas as fashionistas apaixonadas de plantão! 

O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.

Fernando Pessoa

…E ela virá me abrir a porta como se fosse uma velha amante. Sem saber que é a minha mais nova namorada

Vinícius de Moraes

Confesso que até hoje só conheci dois sinônimos perfeitos: ‘nunca‘ e ‘sempre‘.

Mário Quintana

O homem ama naturalmente a verdade e o bem, e deles só se aparta quando as paixões o arrastam e extraviam. Que não seja imortal (posto que é chama) Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius de Moraes

Tomara
Que você volte depressa

Que você não se despeça

Nunca mais do meu carinho
E chore, se arrependa
E pense muito
Que é melhor se sofrer junto
Que viver feliz sozinho

Tomara
Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais…

Vinícius de Moraes

Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não

Vinícius de Moraes

Há sempre algo de ridículo nas emoções da pessoa que se deixou de amar.

Oscar Wilde

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5 pensamentos sobre “Meus poemas nacionais (de amor) favoritos…

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